Rasgar o mar pela história de um povo

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Em 1974 a Fábrica da Baleia de Porto Pim encerrou. Aos poucos fechou a das Lajes, a do Boqueirão e por fim, em 1984, a Armações Reunidas LDA, em São Roque. Foi o fim da
baleação nos Açores.
Em 1998, para não perder este património não só material, avançou-se com a recuperação
e reutilização. O envolvimento da classe política com os clubes navais, autarquias e
associações culturais permitiu recriar 40 botes e 11 lanchas de reboque, segundo dados da Direção Regional da Cultura.
No Triângulo, especialmente no Pico e Faial, estão os pontos nevrálgicos da baleação açoriana desde 1850. Hoje vemos os botes durante o verão, em regatas. Um misto de competição, exaltação dos nossos antepassados e momentos de celebração. Todos os anos centenas de pessoas saltam aos botes e, quer à vela quer a remo, rasgam o mar.

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