A CMH emitiu há dias uma nota sobre o “problema de saneamento das águas pluviais no Canto Dona Joana”, para o qual se estudam soluções, acrescentando que “o importante neste momento não é apontar responsáveis, mas sim (…) resolver o problema”. Noutra situação este final faria sentido, enquanto discurso pragmático e apaziguador. Mas, neste caso, cai no ridículo.
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