Sessão Plenária julho – Direção Regional da Educação vai acompanhar alteração

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O Secretário Regional da Educação e Cultura garantiu hoje, na Horta, que a situação do fornecimento de refeições escolares na ilha do Faial será acompanhada pela Direção Regional da Educação (DRE), na procura de uma “solução” que melhor satisfaça as “expetativas” da comunidade escolar.

Avelino Meneses, que falava na Assembleia Legislativa, referiu que o fornecimento de refeições escolares no Faial “cumpre o estipulado na lei”, facto que “retira à tutela poder de intervenção”, mas não a “capacidade de persuasão” no sentido de alterar a prática entretanto estabelecida.

O Conselho Executivo da EBI António José de Ávila manifestou “uma vontade forte” para alterar a prática de envio para as designadas ‘escolas de periferia’ de refeições ligeiras, ditas frias, constituídas por sopa, sandes enriquecida, sobremesa, fruta, iogurte ou doce e água, salientou o Secretário Regional.

O governante referiu ainda que, ao nível das refeições escolares, as escolas dos Açores seguem “os padrões nacionais e internacionais devidamente testados”, nos quais estão fixados, entre outros aspetos, as capacitações das refeições ligeiras.

Avelino Meneses afirmou, também, não concordar com “a falta de qualidade” da alimentação escolar, cuja confeção e distribuição são acompanhadas pelos conselhos executivos, funcionários das unidades orgânicas e pelos técnicos da DRE.

Por outro lado, a diferença entre os refeitórios e cantinas escolares, concessionados ou não, deriva “não tanto da modalidade de exploração”, mas sim de “coisas mais simples e essenciais” como, nomeadamente, da “maior ou menor vigilância” dos conselhos executivos e dos técnicos da DRE ou do acesso a produtos frescos, dependente da capacidade de produção de cada uma das ilhas ou de transportes.