Setor da restauração queixa-se de falta de mão de obra

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Faialenses tem utilizado as redes sociais como palco de crítica ao setor da restauração local. Presidente da Câmara do Comércio e Indústria da Horta (CCIH) acredita que apenas com facilidades de imigração se conseguirá combater a falta de mão de obra no imediato.

Em plena época alta os constrangimentos aumentam face à crescente procura e falta de mão de obra no setor da restauração. As queixas dos locais crescem na mesma proporção, especialmente ao nível da dificuldade em encontrar restaurantes abertas em alguns dias da semana, como à 2.ª-feira.

Para minimizar os impactos da escassez de trabalhadores, no imediato, Francisco Rosa defende uma articulação entre o Governo Regional dos Açores, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Ministério da Administração Interna que permita “encontrar uma maneira fácil de recrutar mão de obra no estrangeiro”. Também as ofertas de trabalho integradas, para um casal por exemplo, podem configurar-se como parte de solução, entende.

Além disso há regras da Inspeção Regional de Trabalho que o presidente da CCIH considera “muito inflexíveis”, ao nível das compensações horárias. Mesmo que o colaborador queira fazer mais hora e que o empregador as queira pagar não tem possibilidade porque a lei não permite, afirma.

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