Subsistema do Competir+ para a Internacionalização das empresas Açorianas já conta com 241 candidaturas

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O Diretor Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade, Ricardo Medeiros, destacou os números relativos às candidaturas ao subsistema do Competir+ para a Internacionalização das empresas açorianas, durante uma visita efetuada à Fábrica de Chá da Gorreana, situada na costa norte da ilha de São Miguel, na freguesia da Maia.

Referiu ainda Ricardo Medeiros que “em boa hora o Governo lançou esta medida, uma vez que as nossas empresas necessitavam de um incentivo para aumentar as suas exportações, conforme demonstra a grande adesão verificada”.

Os custos de insularidade e concretamente os relativos ao transporte deixaram de ser determinantes no que respeita à competitividade dos produtos regionais nos mercados externos. Foi com este objetivo que o subsistema de incentivos para a Internacionalização incluiu uma medida de apoio ao acesso aos mercados externos, destacou Ricardo Medeiros.

Aliás, continuou o Diretor Regional, sendo o apoio em questão de 90% sobre as despesas de transporte dos produtos entre ilhas e destas para fora da Região, as nossas empresas têm cada vez mais apostado em vender para o exterior, tal como acontece com a Fábrica de Chá da Gorreana.

Desde a entrada em vigor deste apoio, em 2016, “já rececionamos 241 candidaturas, e os valores previstos de projetos apresentados já ultrapassaram os 17 milhões de euros”, sublinhou Ricardo Medeiros.

Estes projetos ainda se encontram a decorrer, continuou o DRAIC, mas já foram realizadas e pagas, ao abrigo deste programa, despesas no valor de cerca de 9 milhões de euros.

Refira-se que este subsistema para a Internacionalização também inclui a medida de promoção dos produtos açorianos no exterior da Região, através do qual apoiamos processos de internacionalização das nossas empresas, por meio da comparticipação de despesas com participação e inscrição em feiras, passagens e estadias durante os eventos, conceção de material promocional, consultoria para a internacionalização, software especifico, campanhas de imagem, entre outras despesas, sempre com o objetivo do incremento da presença dos nossos produtos em mercados externos à Região.

“As nossas empresas têm que estar cada vez mais capacitadas para a venda nos mercados internacionais dos seus produtos, o que necessariamente irá contribuir para um maior desenvolvimento económico da nossa Região. Esta aposta do Governo Regional tem sido ganha e todas as empresas que têm como ambição a sua internacionalização podem apresentar candidaturas para apoios, até final de 2020”, concluiu Ricardo Medeiros.

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