Vice-Presidente do Governo garante lealdade no relacionamento com todas as instituições de Solidariedade Social

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DR/GACS
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O Vice-Presidente do Governo, Artur Lima, visitou hoje a Irmandade de Nossa Senhora do Livramento, uma instituição particular de solidariedade social que desenvolve a sua atividade nas áreas da infância e da juventude.

A visita, que decorreu em Angra do Heroísmo, serviu para o Vice-Presidente do Governo se inteirar dos objetivos estratégicos desta instituição e de conhecer a sua missão junto da comunidade que serve.

O Vice-Presidente do Governo teve ainda oportunidade de reconhecer o trabalho meritório desta instituição que “acolhe crianças desprotegidas e desfavorecidas” de todas as ilhas dos Açores.

“[As crianças e os jovens] têm aqui uma instituição que os acolhe com carinho, que lhes dá conforto e que procura integrá-los”, referiu Artur Lima.

Além do necessário apoio, carinho e acompanhamento que estas crianças e jovens merecem, o Vice-Presidente do Governo frisou a necessidade de desenvolvimento das suas competências e a consequente inserção no mercado de trabalho, para que possam concretizar os seus projetos de vida.

“É este trabalho que esta instituição tem feito”, sinalizou.

Para a boa prossecução das políticas sociais do Governo Regional, o Vice-Presidente do Governo realçou a necessidade de uma “cooperação muito leal e muito franca” com as diversas instituições.

“Um Governo (…) só governa bem, se tiver boas instituições que colaborem com o Governo. Foi nesse sentido que viemos aqui. Governar é servir. O Governo dos Açores está aqui para servir estas instituições e servir os seus utentes”, finalizou, apontando que todas as IPSS e Misericórdias podem contar com uma “relação institucional, séria, leal e frontal” da parte da Vice-Presidência do Governo.

“O Governo quer ajudar a fazer. E ajudar a fazer é ajudar estas instituições que estão no terreno, que lidam com os problemas no dia-a-dia e que têm técnicos muito qualificados”, reconheceu Artur Lima, demonstrando que pretende “descentralizar ao máximo”, mas que também irá “pedir responsabilidades ao máximo”.

“É com este espírito que nós cá estamos, numa colaboração muito leal e muito sincera”, concluiu.

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