Por vezes, a pergunta mais simples é a mais difícil: porque se morre? No mar, essa pergunta ecoa com particular força, dado o seu mistério, a sua profundidade e a sua escuridão. Quando peixes grandes, emblemáticos, lentos, antigos, quase imóveis na sua dignidade, começaram a aparecer mortos, algo estava profundamente errado. O instinto aponta dados, mas a ciência necessita de tempo.

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