Um vigia avista um cachalote ao largo do Pico. Ajusta os binóculos e comunica por rádio a uma embarcação a posição do cachalote. A cena poderia pertencer à antiga baleação ou à atual observação de cetáceos. Os binóculos já lá estavam. Mudou a finalidade da viagem. É nesta diferença que penso enquanto redijo este artigo e arranca em Hobart, na Tasmânia, a 70.ª reunião da Comissão Baleeira Internacional (IWC).
Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes
Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura














