A imagem central do discurso, emprestada por Václav Havel, antigo Presidente da República Checa, é simples e cruel: o comerciante que, nos tempos da União Soviética, todos os dias coloca um cartaz na montra, não porque acredite nele, mas porque é mais cómodo “parecer alinhado” do que enfrentar o custo da verdade. No cartaz lê-se: “Trabalhadores do mundo, uni-vos!”.
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