As alterações climáticas já não são uma ameaça distante. Estão no ar e no mar mais quentes, nos fenómenos meteorológicos extremos e na biodiversidade em risco. Cada décimo de grau a mais e cada tonelada de CO₂ emitida contam. Adiar torna a mudança mais difícil. Temos de mudar comportamentos agora. No podcast Mais Lento do que a Luz, Miguel Miranda, diretor executivo do AIR Centre, com sede na ilha Terceira, e antigo presidente do IPMA, foi inequívoco: «Reduzir as emissões de CO₂ é a coisa mais importante que existe. Reduzir mesmo. (…) É deixar de emitir.»

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