Há noites em que o sono não vem. Não por ansiedade aguda, nem por um drama existencial, mas por excesso de pensamento. Uma ideia chama outra, um número puxa outro, e, de repente, estamos a fazer contas mentais às emissões de uma potencial viagem entre Bruxelas e Lisboa, como quem conta carneiros que nunca chegam a saltar a vedação. Malandros!
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