Em março de 2025, dias depois daquele espetáculo deplorável na Sala Oval, escrevi nestas páginas um artigo intitulado “Volodymyr Zelensky: O Novo Churchill da Ucrânia”. Defendi então três ideias simples: que Zelensky era um líder da estatura dos grandes momentos da história; que a paz não se alcança com apaziguamento, mas com firmeza; e que a Europa precisava de deixar de subcontratar a sua segurança e construir uma verdadeira capacidade de defesa própria. Na altura, houve quem achasse o retrato exagerado e as propostas irrealistas. Ano e meio depois, vale a pena fazer o balanço.
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