Amarguras, saudosismos e ressentimentos fazem parte do espírito dos faialenses. A peça melodramática, que é a nossa ilha, é recheada de grandiosos tempos, com grandiosas instituições, campeões dos Açores e intelectuais, e, paradoxalmente, de tempos decadentes, grandes incompetências, imponências e descidas de divisão. Se quisermos abandonar esta tragédia mental por uma epopeia alegre, a sociedade faialense tem de compreender, articular e construir o seu poder.
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