Nos traços gravados no osso de cachalote, Cláudia Furtado guarda histórias e memórias que poderiam perder-se no tempo. Foi precisamente com uma peça
inspirada na Estação Baleeira dos Capelinhos que a artesã faialense, especialista em Scrimshaw, conquistou o primeiro prémio do concurso do Açores Geopark Mundial da UNESCO sobre geossítios. Determinada em levar longe o nome dos Açores, do Faial e da Horta Cidade-Mar, tem marcado presença em feiras locais, nacionais e internacionais.
O seu talento e dedicação à arte baleeira foram reconhecidos recentemente pelo Município da Horta, que ofereceu ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, uma das suas obras.
O Tribuna das Ilhas esteve à conversa com a artista sobre esta distinção, os projetos em curso e a forma como, através da arte, procura preservar a memória da baleação nos Açores.
Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes
Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura














