A Europa, novamente, numa encruzilhada

0
20
Pedro Neves
Pedro Neves

A Europa acordou, na semana passada, perante um cenário de guerra. Após a escalada de tensão entre os dois países, a Rússia de Putin avançou sobre território ucraniano na madrugada de dia 24 de Fevereiro, três dias depois de reconhecer a independência de Donetsk e Luhansk.

Putin usou, inicialmente, estas regiões como justificativa da invasão, afirmando que as presenças das tropas russas teriam como propósito a “manutenção da paz” nestes terrenos separatistas. Em menos de uma semana, a narrativa já mudou, pelo menos, duas vezes. Apesar de contraditórias, têm algo em comum: o embuste e subterfúgio de uma justificativa que é injustificável, aos olhos de um país soberano, autodeterminado e democrático.

Desde quinta-feira da última semana estamos perante um cenário que expõe as cicatrizes do passado europeu e alarga as feridas ainda por sarar da Ucrânia, num quadro sob o qual muitos consideravam irrepetível e inimaginável em pleno século XXI.

Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes

Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura