A guerra na Ucrânia: O Drama das Crianças

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DR/TI
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“Uma guerra põe entre parêntesis o que de melhor tem a humanidade: a moral, o direito, a bondade, o belo e o amor. Para já não falar da razão e da justiça.”

António Barreto

Têm entrado, diariamente, em nossas casas imagens televisivas da atual guerra na Ucrânia, resultante da invasão bárbara, decidida por um “déspota esclarecido” que, egoisticamente, quer reconciliar-se com a nostálgica ideia de reconstruir o império russo.
Com isso espalha a morte, o terror, a destruição indiscriminada de edifícios – muitos deles de habitação- de infraestruturas, etc, provocando, pela sua ação bélica, a debandada aflita e agonizante de quase 2 milhões de ucranianos (os números estão constantemente a ser atualizados em alta) refugiados da guerra, entre os quais se incluem, até agora, cerca de 500 mil crianças, naquela que já é considerada a maior crise de refugiados na Europa, depois da segunda guerra mundial.

E é sobre estas – as crianças – que se nos “aperta o coração” ao vê-las despojadas do lar; do seu ambiente educativo, separadas dos seus pais ou outros membros da sua família; dos locais de diversão, sei lá… de quase tudo, para partirem sem perceberem porquê, para paragens que não desejavam, de todo.

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