“A nossa presença na União Europeia permitiu dar, em poucas gerações, um verdadeiro salto civilizacional”, realçou Francisco César

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“A nossa presença na União Europeia permitiu dar, em poucas gerações, um verdadeiro salto civilizacional, que só os mais esquecidos ou aqueles que passam a vida a desejar que corra tudo mal, insistem em desvalorizar, ainda que, com isso, desmereçam o trabalho realizado por largos milhares de Açorianos”, afirmou Francisco César na abertura das Jornadas Parlamentares do PS/Açores, realizadas na Ilha Terceira, sobre “Os Açores na Europa pós-2020”.

Francisco César sublinhou a importância do debate público realizado esta segunda-feira, no âmbito das Jornadas Parlamentares, com os candidatos do Partido Socialista, Pedro Marques e André Bradford: “Este é um debate fundamental para o nosso futuro coletivo. Um debate que se intensifica agora, por ocasião da realização das eleições para o Parlamento Europeu. Umas eleições que constituem uma oportunidade soberana para que, através das regras do jogo democrático, todos possam saber o que cada partido em concreto pensa e defende para o projeto europeu”.

Para o Presidente do Grupo Parlamentar não há dúvida de que “a Europa faz parte da vida quotidiana de todos nós, quer seja através dos programas e fundos comunitários cuja execução exemplar do Governo dos Açores tem, aliás, merecido sucessivos elogios por parte de Bruxelas, quer seja através de diretivas e regulamentos europeus que transformam a nossa ordem jurídica com impactos diretos na vida dos cidadãos”.

“Hoje, qualquer agricultor açoriano tem consciência das vantagens que a participação na União Europeia possibilitou com o investimento na modernização e na inovação da produção, mas também dos desafios que o mercado único, hoje totalmente liberalizado, coloca a uma Região Ultraperiférica com uma economia aberta e de pequena escala”, acrescentou.

Francisco César referiu também a evolução no setor das Pescas: “Hoje, qualquer pescador açoriano, quer seja de S. Mateus, de Rabo de Peixe, ou da Graciosa, reconhece as vantagens competitivas proporcionadas pela participação na União Europeia, por exemplo, no esforço de modernização e rejuvenescimento das embarcações e acesso do seu produto ao mercado único, como também, compreende os desafios que a sustentabilidade do esforço da pesca coloca ao seu rendimento”.

Para o líder parlamentar do PS/Açores, importa também sublinhar que “compete e cabe apenas ao PS/Açores a responsabilidade de defender os Açores no Parlamento Europeu” e que é “fundamental assegurar um trabalho de estreita cooperação e articulação política entre o poder político regional, nacional e os nossos representantes no Parlamento Europeu de modo a garantir uma voz no Parlamento Europeu que possa fazer a diferença”.

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