A propósito da instrumentalização partidária do Parlamento e de Fair Play

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Não é o desgaste das cadeiras de uma das salas de comissões da ALRAA nem a água ou a luz que os “apresentadores” da candidatura autárquica do PSD/CDS-PP/PMM gastaram que fazem desse momento um problema. Quem decide analisar a questão desse ponto de vista incorre numa menorização pouco recomendável do primeiro órgão de Governo Próprio da nossa Região.
O problema é o tom, a postura, à laia de “donos disto tudo”, o regresso de hábitos bolorentos do século passado em que, por vezes, as instituições confundiam-se com sedes do partido. A leviandade com que se instrumentaliza a sede da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores para apresentar uma candidatura a uma Câmara Municipal desrespeita o Povo Açoriano e a Autonomia. Não devia ser preciso lembrar, nem chamar à atenção. Seria esperado de quem tanto tem apregoado a despartidarização de tudo e mais alguma coisa, existindo ou não partidarização de alguma coisa.

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