A saúde da educação

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Por: Sandra Goulart

Os sintomas já se faziam sentir há algum tempo, mas este ano agudizaram-se e já não chegam mezinhas caseiras para resolver a falta de professores em Portugal Continental, nem nos Açores.
As dores de cabeça propagam-se a diferentes níveis, sejam nos diretores ou conselhos executivos das escolas, nos encarregados de educação e até nos alunos. É um mal-estar geral e parece que poderá tornar-se mais grave nos próximos anos, talvez até chegar a assumir o papel de epidemia.

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