Conheci o senhor Mário Frayão quando regressou aos Açores determinado a intervir, cultural e socialmente na ilha onde nascera. Tinha uma visão clara e profunda da importância da cultura enquanto motor de desenvolvimento local. Determinado, estabeleceu contactos, procurou cooperantes; criou a cooperativa cultural e deu corpo ao jornal “Tribuna das Ilhas”, onde será publicado este artigo em sua homenagem.
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