Ainda… Reflexões breves sobre as “famílias” do Governo e os riscos da democracia

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Todos sabemos que as trajetórias de ascensão dos políticos atuais foram desenhadas nos aparelhos partidários onde se filiaram e geriram redes de influências. É também uma evidência que as famílias políticas acabam por integrar naturalmente as famílias biológicas e assiste-se, no limite, ao cenário de governação atual, do qual muito se tem falado e escrito.
As culturas democráticas maduras tendem a defender-se destas patologias que atacam de morte as democracias: corrupção, clientelismos, submissão do poder político ao poder económico, mas é um facto que a falta de ética ( do termo grego ethos, isto é, carácter), e a ausência de regras e normas jurídicas que sancionem estes comportamentos, de que muito se tem falado também, mina a confiança dos cidadãos na política e nos políticos, colocando em causa a legitimidade dos governantes, a governabilidade democrática e, consequentemente, a autoridade do Estado.

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