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ANA/VINCI tem de cumprir as suas obrigações e manter a operacionalidade do Aeroporto da Horta

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Se há assunto em que ninguém tem dúvidas de que os faialenses estão unidos é em relação à importância do seu aeroporto. Deste modo, as notícias que levantam, novamente, a questão de que, para cumprir as normas impostas pelo Regulador Mundial da Aviação (ICAO), para a manutenção da certificação do aeroporto, a ANA- Aeroportos de Portugal VINCI iria construir as RESA (Runway End Safety Areas) na própria pista, merecem por parte da Comissão Política do PSD/ Faial a mais veemente indignação. A confirmar-se tal situação, o Faial veria penalizada a operação aeroportuária, comprometendo de forma inaceitável a mobilidade dos faialenses e de todos os que nos procuram relativamente a voos diretos para o exterior. Esta obrigatoriedade de construir as RESA já é conhecida pelo menos desde 2019, tendo a ANA se comprometido com essa obra. Tal como foi referido em 2019, pelo Expresso, segundo fonte oficial do Ministério de Pedro Nuno Santos, “a ampliação de pista para a criação da área RESA, embora não estivesse expressamente prevista como obrigação do desenvolvimento no contrato de concessão, vai ser assumida pela ANA para assegurar a manutenção da certificação deste aeroporto. Aliás, a própria ANA já terá inclusive apresentado na Assembleia da República aos deputados da Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas uma estimativa do custo desta obra (8M de euros) e uma calendarização dos seus trabalhos (2020 e 2021)”.
Assim, exige-se à ANA que cumpra as suas obrigações e que mantenha a operacionalidade do Aeroporto da Horta, não criando ainda mais impedimentos a um processo que já se desenrola há demasiados anos e que tem tido desenvolvimentos animadores no que diz respeito ao processo de ampliação da pista que tem contado com o empenho da Câmara Municipal da Horta, do Governo dos Açores e do Governo da República. Exige-se também ao Governo da República que assuma as suas responsabilidades, garantindo junto desta empresa, que presta um serviço crucial ao nível da coesão territorial, que esta suposição não será viabilizada. O Estado português nunca poderá admitir um retrocesso desta natureza. O PSD continuará a fazer a defesa da mobilidade dos faialenses sem constrangimentos e estará sempre ao lado dos faialenses, como sempre esteve! Continuará a exigir dos responsáveis, independentemente da cor partidária, que estejam ao serviço da população e do desenvolvimento socioeconómico destas ilhas e deste arquipélago!

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