António Ventura apela aos açorianos para o consumo de alimentos produzidos na Região

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DR/GACS
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O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, apelou aos açorianos, esta quarta-feira, na 1.º Congresso da Agricultura Regenerativa, que “optem pelo consumo de alimentos produzidos na Região, alimentos provenientes de todas as agriculturas açorianas”.

“Estamos assim a contribuir para o progresso dos Açores e para a melhoria da nossa qualidade de vida”, vincou.

E prosseguiu: “O consumo de agroalimentos produzidos nos Açores tem vantagens sociais e económicas, como a criação de riqueza, a fixação de jovens, a diminuição da pegada ecológica, o conhecimento produtivo de proximidade e a segurança no abastecimento alimentar. Nós, enquanto consumidores, também temos a responsabilidade social de contribuir, através da nossa opção de compra, no desenvolvimento dos Açores”.

António Ventura falava no evento que decorreu no auditório do NONAGON, da Lagoa, no dia em que se assinalou o Dia Mundial da Agricultura, onde defendeu que os Açores estão “a marcar o mapa mundo” pela sua “referência em qualidade produtiva e respeito pelos animais”.

“Nos Açores as agriculturas não são lesivas ao meio ambiente e vão ao encontro das preocupações da humanidade no que concerne ao combate às alterações climáticas, ao bem-estar animal e à preservação dos solos, pelo que estamos a marcar o mapa mundo pela nossa referência em qualidade produtiva e respeito pelos animais”, disse o governante.

Na ocasião, o responsável pela pasta da Agricultura assumiu que “a agricultura regenerativa assume uma vertente de naturalidade que importa promover e apoiar”.

Neste sentido, continuou, “no âmbito do PEPAC, que está em trabalho com a Federação Agrícola dos Açores, estudaremos a possibilidade de incorporar ajudas para o desenvolvimento da agricultura regenerativa, mais uma opção agroprodutiva e de consumo”.

António Ventura saudou a empresa Bel pela iniciativa de realizar o 1.º Congresso da Agricultura Regenerativa, lembrando que a mesma já habitou os açorianos “a ser proactiva” a favor da Região, “quer em qualificações territoriais como titularidades produtivas”.

“É para o Governo uma empresa parceira no desenvolvimento dos Açores”, concluiu.

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