Artur Lima anuncia apoio de 3,5 milhões de euros às IPSS para aquisição de viaturas

0
16

O Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima, anunciou, ontem , que o Executivo vai apoiar em 3,5 milhões de euros as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e Misericórdias da Região para a aquisição de viaturas elétricas.

O governante falava durante a apresentação das conclusões da reunião do último Conselho de Governo, tida no final da semana passada na Horta, na ilha do Faial.

Será, anunciou o Vice-Presidente, implementado um “novo regulamento de aquisição de viaturas” para IPSS e Santas Casas da Misericórdia da região, “no valor de 3,5 milhões de euros, com início já este ano”.

Segundo Artur Lima, com este auxílio o Executivo quer “uma cooperação estreita, leal e transparente com todas” estas instituições, sendo que os critérios para a atribuição dos apoios serão tornados públicos e foram concretizados em parceria com as IPSS.

Este apoio estará em vigor até 2025, elaborado com o “contributo da URMA (União Regional das Misericórdias dos Açores) e da URIPSSA (União Regional das Instituições Particulares de Solidariedade Social)”, adiantou ainda.

Artur Lima, que tutela a Solidariedade e Segurança Social, anunciou ainda que, para terminar o modelo anterior de apoio, o Executivo tem disponível uma verba de 800 mil euros, que permitirá “dar folga às instituições que se endividaram para a aquisição de viaturas”.

“Vamos terminar esse programa, libertando as instituições e dando dinâmica àquilo que é o objetivo deste governo: cooperação franca e leal com as instituições de Solidariedade Social e não criar dependências”, declarou.

O Vice-Presidente do Governo reuniu-se também na segunda-feira com representantes da URMA e da URIPSSA, tendo reforçado o compromisso de parceria entre o Governo Regional e as IPSS.

À margem do encontro, o responsável pela Tutela da Solidariedade Social asseverou a necessidade de se realizar “um saneamento financeiro” das instituições e das misericórdias, frisando que estas entidades “desempenham um serviço público em nome do Governo dos Açores”.

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO