Autárquicas 2021 – Somos Faial visita a Escola Básica e Integrada da Horta

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“Queremos chamar a atenção para a Escola Básica Integrada da Horta, que está fora da agenda política, apesar de enfrentar graves problemas”, disse, anteontem, o cabeça-de-lista à Câmara Municipal da Horta do Grupo de Cidadãos Eleitores Somos Faial (SF) à saída de uma reunião com o conselho executivo daquele estabelecimento de ensino.

Souto Gonçalves lembrou que “parte da escola é nova”, mas, se não fosse a intervenção do conselho executivo, “outra parte já tinha caído de velha”, lamentando que a situação passe despercebida “até da opinião pública faialense, mais preocupada com outros temas que andam todos os dias na comunicação social”.

“Muitos de nós passamos pelo lado de fora da Escola António José de Ávila, que integra a Escola Básica, na Rua Cônsul Dabney, mas como não vemos o antigo edifício novo, agora velho, quase a cair aos bocados, não damos importância ao assunto”, afirmou o candidato, que se encontrava acompanhado de outros membros do SF.

No âmbito de uma ação de campanha, a visita deste grupo de cidadãos àquele estabelecimento de ensino “foi muito interessante, permitindo uma troca de impressões com um conselho executivo preocupado, mas muito empenhado em fazer das tripas coração para assegurar o melhor funcionamento da escola”, declarou Souto Gonçalves.

O projeto da 2.ª fase de construção da Escola António José de Ávila “caducou”, segundo as informações obtidas junto do conselho executivo pelo grupo SF e “não há notícia sobre o novo projeto, o que é preocupante, pois, apesar de a obra estar anunciada para 2023, não se nota nenhum sinal de que o processo esteja a avançar”, adiantou Souto Gonçalves, para perguntar: “Quando é que vamos ter a obra feita? Estamos na ignorância!”

O grupo de cidadãos SF constatou o esforço do conselho executivo para minimizar os inconvenientes provocados pela falta de condições para o exercício da atividade letiva, o que levou a reformular o orçamento da escola para atender às situações mais urgentes, explicou o candidato.

“Do edifício em causa, o tal que não se observa do exterior, chegaram a cair bocados de cimento das paredes, o que obrigou, por razões de segurança, a um pedido de intervenção rápida pelo conselho executivo ao governo”, salientou Souto Gonçalves, vincando a sua estupefação. “Foi preciso comprar cortinas para impedir a luz de entrar e os alunos verem as projeções, remodelar a rede ‘wireless’, adquirir alguns computadores para substituir outros completamente desatualizados, tudo isto num espaço onde os alunos, nos intervalos, quando chove, se arrastam pelos corredores, pois não há sala de convívio”, detalhou o candidato, acrescentando que “além de tudo isto, a falta de condições para as aulas de educação física é flagrante, ao ponto de o auditório da escola já ter sido utilizado para esse efeito”.

Por : Somos Faial

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