Boa execução dos fundos do PRORURAL+ tem sido determinante para o desenvolvimento da agricultura nos Açores, afirma Diretor Regional

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O Diretor Regional do Desenvolvimento Rural afirmou que a boa execução dos fundos comunitários do programa PRORURAL+ tem sido determinante para o desenvolvimento, a modernização e a inovação da agricultura nos Açores, algo que deve prosseguir no âmbito da próxima Política Agrícola Comum, no período entre 2021 e 2027.

“Até ao final de outubro, a taxa de execução do programa PRORURAL+ fixou-se nos 66%, equivalendo ao pagamento de 221 milhões de euros, e a taxa de compromisso é de 90%, correspondendo a um investimento aprovado de 305 milhões de euros”, salientou Valter Braga, que falava sexta-feira, em Lisboa, à margem da reunião anual de avaliação do Programa de Desenvolvimento Rural 2014 – 2020 entre a Autoridade de Gestão e a Comissão Europeia.

O Diretor Regional frisou que estes resultados positivos colocam os Açores no pódio nacional em termos de execução dos fundos comunitários, um aspeto que deve ser levado em conta na fase negocial em que está a próxima PAC.

“Mas estes valores, do ponto de vista do Governo Regional, são satisfatórios sobretudo porque demonstram uma grande capacidade por parte dos agricultores em investir, em modernizar as suas instalações, no fundo, em preparar as suas explorações para os desafios do futuro”, salientou Valter Braga, acrescentando que “ninguém investe num setor se não vê futuro nele”.

Já foram aprovados no atual quadro de apoio 12.580 projetos, com um investimento global que ascende a mais de 353 milhões de euros.

Valter Braga assegurou que o Governo dos Açores está a trabalhar empenhadamente para atingir a execução plena do atual quadro comunitário, alegando que estas verbas são fundamentais para o desenvolvimento da agricultura nos Açores, para tornar o setor mais moderno, competitivo e sustentável.

“É fundamental para os Açores a continuidade deste programa, pois, para além do seu impacto económico na Região, que é de extrema importância para o nosso território, o seu contributo para a preservação do ambiente e para a diversificação da economia rural, quer seja através da agricultura, da floresta ou das atividades não agrícolas, é essencial para o bem-estar e para o futuro das nossas comunidades”, afirmou Valter Braga.

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