
Em parte sinto-me culpado de o ter motivado a tomar o lugar de Carlos César (almoço na Casa Abril em Portugal – Toronto) já lá vão uns bons anos. Lembra-se que convidou a comunicação social local e apenas apareceram dois elementos ? Hoje, penso que os faltosos talvez soubessem algo mais, do que os que marcaram presença!
Devo parabenizá-los por isso. Na altura, talvez ingénuamente, pensava que um presidente de Governo de uma Região tão dispersa geograficamente, fosse aquele elo de união entre todos os residentes, bem como da diáspora. Presentemente, concluo que me enganei redondamente. As provas estão à vista e cansadas de circular, através da chamada “social media” que felizmente ainda não controla.
Diz o presidente em funções que “o dinheiro dos açorianos não é para investir no prolongamento da pista do aeroporto do Faial” (!) quando, esse mesmo dinheiro, serviu para adornar as portas da cidade de Ponta Delgada e o respectivo porto para navios de cruzeiro!
A sede do Clube Naval da Horta, não sofre melhoramentos porque o Governo está, há anos, a negociar o imóvel! Nem dá para uma mão de cal ou, para colocar em marcha outras actividades que, se fosse em S. Miguel, há muito teriam sido implementadas! O Sr. Presidente só agora é que viu que a SATA está com problemas de frota? O assunto já rola há muito tempo e o seu governo poderá ser chamado – oxalá que não – a ser parte de um processo em caso de acidente! O porto da Horta, precisa de obras mas, não aquelas de entulho que o governo queria despejar, matando assim uma das mais valias faialenses. Sr. Presidente, sei que não vai responder a esta carta aberta, para mais saída da imigração pois, não o faz a centenas talvez milhares que todos os dias lhe chegam às mãos e que, como servidor dos cidadãos, tem o dever, obrigação e força de portaria de o fazer!
A terminar, só gostaria de lhe colocar uma questão. O porquê da sua animosidade para com o povo da minha terra, sem contudo pensar que poderá ter havido algum desamor estudantil. Será que houve?
Lembre-se que os Açores, não são propriedade dos governos muito menos do partido socialista! Ou, estamos perante um caso muito sério de “apartheid” sócio-político que a população tem de combater, para bem da liberdade e dos direitos iguais de tratamento?!!













