Cronistas, políticos e associações empresariais açorianas, todos se debatem sobre a situação da máquina estatal, contudo, todos sucumbem aos mesmos vícios e dogmas, que nos distanciam de uma análise real das condições atuais e das reformas necessárias. A receita deveria passar por saber o que o Estado faz bem e as condições institucionais que levam a tal, o que o Estado faz mal e as alterações necessárias a fazer. Contudo, determinam sim o seu desmantelamento, sem compreender a relação interdependente entre o mercado, o Estado e a sociedade.
Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes
Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura












