Natural de Angola, mas há muito a viver no Faial, Amândio Almeida Teixeira é enfermeiro há 38 anos. Casado e pai de três filhos, exerce funções no Hospital da Horta (HH) desde 1987, ano em que abraçou a profissão que hoje assume ser uma “paixão”.
Em criança sonhava voar nos céus como “piloto da TAP”. No entanto, à medida que foi crescendo, desceu à terra e, por influência de amigos enfermeiros, descobriu na “anatomia e fisiologia” humana a verdadeira vocação.
Nesta entrevista ao Tribuna das Ilhas o enfermeiro partilha o seu percurso profissional, as experiências que mais o marcaram e os desafios emocionais que continuam a fazer parte do seu dia-a-dia, como a dificuldade que ainda sente em
comunicar um óbito a familiares.
Sem “fórmulas mágicas” para lidar com o stress e pressão que acompanham esta profissão confessa que o seu lema é que “tudo vai correr bem” e quando termina
um dia de trabalho é na agricultura que recupera o equilíbrio emocional e físico.
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