Recentemente, um texto de Duarte Pimentel, Diretor do TERINOV, no jornal Diário Insular, passou pelo meu feed associado a uma publicação que o vangloriava e o dotava de grande relevância, prontamente decidi lê-lo. Para o meu espanto, este poderia ter sido perfeitamente escrito nos anos 90, com as mesmas virtudes e ingenuidades da altura, mas, infelizmente, sem nenhuma das lições que se aprenderam desde então. A Europa já leva vinte anos da prática da elevação da “inovação” a Deus. Depois do relatório Draghi, a base da política atual da Comissão Europeia, que demonstrou a decadência das vantagens competitivas da Europa e apontou para a necessidade de políticas mais focadas no desenvolvimento das estruturas produtivas, continuamos no mesmo lugar.
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