Chega desafia municípios a comparticiparem consultas médicas

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Por: CHEGA

Com base na atual situação de saúde pública, que tem vindo piorar com o aumento exponencial de casos de COVID-19; e que conduzirá a um preocupante agravamento dos atrasos na realização de consultas e exames médicos por parte do SRS, impossibilitando uma célere regularização nos próximos tempos, o Chega Açores aponta uma solução temporária para salvaguardar os cuidados de saúde da população.

Ciente das limitações dos serviços públicos de saúde, Carlos Augusto Furtado, lança um desafio aos municípios da região, no sentido de estes também contribuírem de forma mais ativa no esforço conjunto que é necessário para vencer os desafios da atualidade, sendo que destes, não podemos esquecer os normais serviços de saúde do quotidiano da população.

A sugestão efetuada pelo deputado regional do Chega, consiste em os municípios criarem um Fundo Municipal de Saúde, de forma excecional e de caracter temporário para comparticipação das consultas e exames efetuados nos serviços privados de saúde existentes na região, numa altura em que muitas famílias perderam parte substancial dos seus rendimentos e que a resposta do SRS é insuficiente para as necessidades da população.

O líder regional do partido Chega fundamenta esta iniciativa, na premissa de que os municípios beneficiam de um conjunto de taxas e impostos, que são pagos pelos munícipes, dos quais se destacam as receitas do IMI e 5% do IRS; e que é chegado o momento das autarquias restituírem parte deste valor aos seus contribuintes.

A proposta do Chega assenta assim num formato temporário, e que deverá funcionar num caracter excecional até ao regresso à normalidade funcional da vida dos açorianos e do Serviço Regional de Saúde.

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