Depois de mais de vinte anos a trabalhar com o movimento humano, percebo que muitas das dores e limitações que trato não nascem na idade adulta. As raízes estão na infância.
Antes da escola, corríamos livres. Subíamos, saltávamos, caíamos e levantávamo-nos sem pensar nisso. O corpo era ferramenta e brinquedo. Depois, a rotina mudou: “Senta-te. Fica quieto. Cala-te.”
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