A presença de bactérias e de infeções adquiridas pelos doentes durante os internamentos hospitalares não é novidade. De acordo com o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), em cada ano, mais
de 94 mil doentes adquirem uma infeção associada a cuidados de saúde em Portugal.
Dados divulgados pela ECDC referem que Portugal é o terceiro país da União Europeia com maior prevalência de infeções hospitalares, a seguir ao Chipre e à Grécia, e que 11,6% dos doentes internados no país contraíram uma infeção associada a cuidados de saúde.
O Hospital da Horta (HH) não é exceção. Através de populares e de doentes, o Tribuna das Ilhas teve conhecimento de utentes que recorreram aos serviços
do HH e foram afetados por bactérias.
Com vista a perceber se tem existido um aumento destes casos, ouvimos o Conselho Administração (CA), que, reconhecendo a existência desta situação, adiantou que o HH “reduziu a taxa de incidência de infeções hospitalares” no ano 2023 e justificou que “as causas estudadas para o aparecimento de infeções causadas por bactérias passam por fatores relacionados com o próprio doente e doenças associadas”.
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