CRÓNICA – Por detrás da velocidade dos dias

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Por: Lídia Bulcão

De frente para a Magnólia que a minha avó deixou de herança no quintal da família, penso no verde que ecoa por este Vale dos Flamengos, onde amarrei velas na infância, quando ainda nem sabia nadar, mas já buscava porto de abrigo. Penso no tempo que nos despe a alma e nos encharca o corpo de saudade, sentimento que se entranha na pele com a mesma facilidade com que a humidade nos entra nos ossos.

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