Hoje apeteceu-me passar a escrito algumas das “cenas”, como se diz na gíria dos mais jovens, e não só. Podem parecer “coisas de nada”, mas talvez não. Depende do prisma de cada um, ou ponto de vista este que é fruto do seu “eu”, porque, sabemos, perante um facto observado por duas ou mais pessoas ele pode ser interpretado de forma diferente, consoante, dizem os psicólogos”, o seu “background”. Mas o que é isso que transportamos, desde a barriga da nossa mãe, que não tem a ver com o ADN que herdámos na nossa arvore genealógica?
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