Cursos de português para imigrantes fomentam inclusão

0
4

O diretor regional das Comunidades acredita ser de importância acrescida os imigrantes  aprendem a língua oficial dos locais onde de fixam, sendo esse “um fator determinante” para uma melhor integração e participação ativa nas comunidades onde residem , disse na cidade da Horta.

“O Governo dos Açores, tendo em conta esta realidade, promoveu cursos de Português para os estrangeiros residentes em todas as ilhas do arquipélago”, sublinhou Paulo Teves na cerimónia de entrega dos certificados aos formandos aprovados no curso de Língua Portuguesa neste ano letivo. Mais avançou que nos cursos realizados em 2013 e 2014, nas ilhas do Faial, São Miguel, Terceira e Flores formaram 120 imigrantes, oriundos de 25 nacionalidades.

A certificação de conhecimento de Português nível A2, segundo o critério de avaliação europeu, facilita o cumprimento de exigências nos regimes para aquisição de nacionalidade portuguesa, na concessão de autorização de residência permanente e para estatuto de residência de longa duração.

Os cinco cursos lecionados na região durante este ano letivo estiveram à responsabilidade de três entidades diferentes, no caso da ilha Terceira e Faial a Associação de Imigrantes nos Açores (AIPA), em São Miguel o Centro Comunitário de Apoio ao Imigrante (Cresaçor) e a Câmara Municipal das Lajes das Flores, na ilha das Flores.

Curso 2015/2016 em três ilhas. Faial não consta na lista

Foi também anunciado que para 2015/2016 estão previstos mais três cursos, desta feita nas ilhas do Pico, Terceira e São Miguel, indo de encontro à “necessidade sentida nestas ilhas pelos imigrantes e pelas organizações que desenvolvam a sua atividade junto deste público-alvo”.

“Estes cursos ferramentas essenciais nos processos de inserção socioprofissional, correspondem, por um lado, à exigência de procedimentos legais e, por outro, fortalecem o relacionamento com a comunidade local” afirmou o diretor regional, frisando ainda a valência deste “para a valorização do diálogo e interculturalidade na região”.

Os três cursos vão ser frequentados por 35 formandos da Alemanha, Angola, Bélgica, Brasil, Cabo Verde, Canadá, China, Colômbia, EUA, França, Guiné, Itália, Marrocos, Nigéria, Polonia e Ucrânia. Estes são desenvolvidos pela Cresaçor, pela AIPA e pela Santa Casa da Misericórdia de São Roque do Pico.

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO