Desabado fictício: As auracárias e as árvores…

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Jardim da Praça da República

João Luís O. Pereira

Janeiro e Fevereiro já lá vão como os anos da censura, dos quais, ainda me lembro como era obrigatório os artigos dos colaboradores dos diários locais serem presentes a quem desempenhava as funções de censor.

Hoje em dia, chegou ao meu conhecimento de que as pequenas árvores existentes em vários locais da nossa ilha estão aborrecidas porque estão a crescer sem qualquer controle enquanto que as enormes araucárias, nos nossos jardins, estão a impor a sua imponência e autoridade.

Uma das árvores que não ficou satisfeita com os cortes de galhos que lhe foram feitos, nas redes sociais, fez um comentário relacionado com o trabalho que lhe tinha sido ministrado e devido a esse facto recebeu da imponente araucária um aviso de que: “ou parava com os comentários ou iria levar uma cacetada”.

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Por lapso de paginação na edição impressa do jornal o título do artigo não está correto.

Onde se lê “O sacrifício dos inocentes”, devia lê-se “As auracárias e as árvores…”.

Ao autor e aos leitores apresentamos o nosso pedido de desculpa.