Divagando… – Revivendo a ilha do Faial

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Há poucos dias tivemos a oportunidade de voltar a visitar a nossa ilha natal, com o propósito de ver e conviver com os nossos prezados familiares.
Graças à gentileza dum jovem e promissor sobrinho, que, presentemente, estuda na Universidade de Aveiro, acabámos por percorrer toda a ilha azul, sempre cheia de encantos e recantos paradisíacos.
Por todas as freguesias é bem visível uma explosão de novos edifícios, boa parte deles bem vistosos e, ainda, algumas igrejas reconstruídas, ou edificadas de raiz, como é o caso do belo templo dos Flamengos.
De referenciar, também, alguns espaços de lazer que, naturalmente, são motivo de atração, quer de residentes, quer de tantos visitantes.
A Horta, cidade-mar, formada pelas freguesias das Angústias, Matriz e Conceição, continua sendo local privilegiado para tantos velejadores, cujo número é, deveras, impressionante e fazem da sua marina uma estrutura singular, à volta do mundo.
Dignas duma visita são as instalações específicas junto à Fábrica da Baleia e que constituem um repositório científico de reconhecimento e enorme valor.
O Vulcão dos Capelinhos tornou-se, sem qualquer dúvida, uma visita obrigatória, bem como a observação do respetivo “Centro de Interpretação”.
Gostámos, ainda, de rever a esbelta Capela da Ribeira Funda e a progressiva freguesia dos Cedros, cujos dois amplos restaurantes se encontravam pejados de comensais, tanto deles visitantes nacionais e estrangeiros.
Foi num deles, que almoçámos, por sinal, uma ementa caseira, deveras apetitosa e gostosa. Aqui, apreciámos, com agrado, a gentileza com que fomos tratados.
De caminho para a Horta, descemos à Praia do Almoxarife e constatámos os inúmeros progressos visíveis quer na sua longa orla marítima, quer nos seus arranjos e parques.
Depois, e, após alguém cavaqueio com os familiares amigos, regressámos à ilha montanha, felizes e tranquilizados com a magnifica visita à nossa ilha de bruma.

 

Setembro 2018

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