Duzentas pessoas descobrem Torre do Relógio

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Celebrações do Dia de Monumentos e Sítios permitiram a faialenses de todas as idades subir ao icónico monumento.

Mais de 200 pessoas subiram a Torre do Relógio entre 18 e 22 abril, no seguimento das comemorações do Dia Internacional de Monumentos e Sítios. As visitas promovidas pelo Museu da Horta (MH) destinaram-se aos mais diversos públicos e fizeram por ser inclusivas.

No dia 18, data na qual se assinala a efeméride, os faialenses dispuseram duma visita às 18h00 e uma outra, noturna, pelas 21h30. Segundo Rita Dias, que faz um balanço “muito positivo” da semana, só nesse primeiro dia foram 90 aqueles que subiram os 73 degraus de vão da porta ao patamar onde estão localizados os sinos que ecoam 365 dias por ano na cidade da Horta.

Nos restantes dias os alunos, quer através das escolas quer dos ATL onde se encontram, quer utentes do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) da Santa Casa da Misericórdia da Horta conheceram este imóvel. “A Torre é de fácil acesso e está em ótimo estado de conservação e bem cuidada. Pessoas que nos vieram visitar, e que conhecem outros monumentos do mundo, não a conheciam e ficaram muito agradadas”, relata a técnica do Serviço Educativo do MH.

Torre do Relógio

Em meados do século XVIII começou-se a construção de uma torre junto à igreja Matriz destinada à colocação de um relógio “para governo da vila da Horta”. Por falta de dinheiro, essas obras pararam. Valeu então o bispo de Angra, D. António Caetano, que em visita pastoral ao Faial resolveu aquele impasse decidindo que as confrarias participassem monetariamente naquela obra, e incitando os mais abastados da vila a fazerem o mesmo.

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