Editorial

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Esta semana damos início à publicação de uma série de entrevistas descontraídas com os nossos deputados regionais. Lançamos o desafio a todos sem excepção para que, com alguns pontos mais informais, consigamos dar a conhecer aos nossos leitores, quem são aquelas 57 pessoas que, mensalmente, vêm ao Faial reunir e que, no restante tempo, participam em comissões, comités e afins.
A pessoa por detrás da política, é isso que pretendo dar a conhecer.
De resto a semana ficou marcada pelas boas notícias no que diz respeito aos tripulantes do Chem Daisy. Finalmente aqueles homens viram a sua situação resolvida. Ainda me recordo quando, em Maio passado fui a bordo do navio… desespero, desânimo e frustração, foi o que vi nos olhos daquela gente.
Com um inglês arrastado, o porta voz dos tripulantes contou-me que se casaria na semana seguinte mas que já sabia que isso não iria acontecer uma vez que, primeiro estava preso no Faial, segundo, não tinha dinheiro “para mandar cantar um cego”.
Com uma humildade incrível, simpaticamente ofereceram-me o que quase não tinham, um café quentinho para aquecer a alma, quando eram eles quem precisavam desse ânimo.
Fico contente que assim seja e espero que em breve a situação do navio, que se encontra preso dentro do porto da Horta, também esteja sanada para não ficarmos com mais um “marmarracho” ali plantado.
O Conselho de Ilha do Faial também reuniu esta semana e em cima da mesa esteve a situação do Porto da Horta.
Sem que haja qualquer informação concreta, porque as entidades competentes continuam sem prestar esclarecimentos, vai-se levando num “disse que disse”, e num “é que não é”. A ver vamos onde isto vai parar! Esperamos que o “não querem não se faz”, não passe de um mero desabafo por alguma alma menos iluminada.
A verdade é que a obra é necessária, mas para tal tem que ser pensada ao pormenor para não estarmos a criar uma situação ainda pior do que o que já existe.
Aguardemos…

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