Editorial, 22 de julho

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Na vida de cada um de nós as decisões ponderadas que tomamos devem ser previamente avaliadas. Sobretudo aquelas que implicam maiores e mais profundas mudanças na nossa vida, devem ser consciente e maduramente avaliadas quanto aos fins que se pretende, aos meios a usar e aos impactos e mudanças que irão provocar.

Se isto é verdade com a vida de cada um, na vida coletiva das sociedades é ainda de maior importância a exigência da ponderação e da avaliação prévia das medidas e das decisões. Por isso, impõe-se que os decisores políticos (governos e parlamentos), antes de decidir, conheçam o mais profunda e proximamente possível os fins que pretendem atingir, os meios a que vão deitar mão para os concretizar e os impactos e consequências que as medidas provocarão ao longo de todo o processo.

A ausência desta ponderação e desta avaliação, ou a deficiente antecipação e conhecimento dos efeitos que provocarão, pode matar à nascença as boas decisões e as boas medidas.

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