Entre Ilhas exalta o mar e o passado de um povo

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Entre Ilhas, filme

Dia 8 o Teatro Faialense encheu-se para acolher a ante-estreia do documentário de Amaya Sumpsi. A espanhola deu a conhecer Entre Ilhas, o fruto de quase quatro anos de trabalho. Os aplausos no final da projeção demonstraram plena aprovação geral.

A ante-estreia mundial e primeira apresentação do Entre Ilhas foi aclamada no Teatro Faialense. A realizadora Amaya Sumpsi marcou presença numa sessão que decorreu na Horta pela proximidade que a narrativa tem a estas ilhas.

O documentário de 01h30 recupera as histórias de um povo que tem no mar o seu primordial elo de ligação e comunicação. Este é “um filme-viagem sensorial pelo arquipélago dos Açores e pelas memórias dos seus habitantes que nos transporta a uma época em que os barcos comandavam a vida deste remoto lugar, pois só a bordo deles é que era possível partir da ilha e voltar a ela” lê-se na sinopse.

Do decorrer do mesmo viaja-se entre relatos daqueles que, de uma forma ou de outra, tiveram ligação às embarcações Santo Amaro, Espírito Santo, Terra Alta, Espalamaca, Carvalho Araújo, Lima, Arnel ou Ponta Delgada. Fosse por neles trabalharem, por neles viajarem ou por terem vivido o impacto destes na vida de uma população que vivia isolada do resto do mundo.

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