Europeias 2019: Andreia Vasconcelos defende que energias renováveis devem merecer atenção da Europa

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Andreia Vasconcelos, candidata do CDS ao Parlamento Europeu, e o Presidente do CDS/Açores, Artur Lima, visitaram, esta quarta-feira, a Central Geotérmica do Pico Alto, na ilha Terceira, onde defenderam uma maior valorização europeia das energias renováveis na Região e constataram os resultados e os benefícios da energia geotérmica.

O Presidente do CDS/Açores, Artur Lima, destacou que a Central Geotérmica do Pico Alto é um “investimento muito bem feiro” e que a geotermia é uma “questão que o CDS defende há pelo menos 10 anos”. Artur Lima demonstrou estar muito satisfeito pelo projeto estar em funcionamento, o que beneficia a produção de energia limpa e reduz as importações da Região a nível energético.

“Devo dizer que, nestas eleições europeias, quem não quer votar na esquerda e no PS, tem um voto à direita e é um voto no CDS. Os votos são do povo e não pertencem a ninguém. A alternativa ao voto socialista e ao voto na esquerda é um voto no CDS e é um voto na Andreia Vasconcelos. Quero fazer este apelo aos Açorianos. O CDS é a verdadeira alternativa ao PS e aos partidos de esquerda”, afirmou.

Quanto à candidata do CDS ao Parlamento Europeu, Andreia Vasconcelos, afirmou que uma das maiores preocupações do CDS tem precisamente a ver com a questão ambiental e com a necessidade da Região se preparar para enfrentar as alterações climáticas, realçando que o partido, desde 2008, defende projetos de energia geotérmica, e desde 2009, projetos de energia eólica, na Região.

“A bandeira das preocupações ambientais e das energias renováveis deve continuar a ser prioritária para o CDS a nível regional, nacional e europeu”, defendeu.

Andreia Vasconcelos valorizou o facto de, com a operação da Central Geotérmica do Pico Alto, a contribuição das energias renováveis ter atingido um máximo histórico de 27%, com 11% a serem garantidos pela fonte geotérmica.

Para a candidata do CDS, a energia geotérmica é uma mais-valia para os Açores, dados os seus benefícios, nomeadamente, por ser uma produção estável e contínua, por ser ambientalmente favorável, por ser uma opção economicamente benéfica e por criar emprego especializado nas áreas das novas tecnologias.

“Pensamos que estes projetos de energias renováveis devem merecer a atenção da Europa. Estes projetos merecem apoio e financiamento contínuo, para que estas respostas, mais favoráveis a nível ambiental, possam dar o seu contributo nas comunidades onde estão inseridas, nomeadamente, diminuindo os custos das tarifas de consumo de eletricidade que todos pagamos”, considerou.

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