Encontro-me sentado, de computador ao colo, na noite antes do prazo da entrega desta crónica, vasculhando as paredes por inspiração, mas ela escapa-me. A minha hipotética musa está de férias, pegou em si e foi fazer um cruzeiro para o Douro. Portanto, assim me encontro, parco de ideias, parco de palavras. O que se faz quando se tem uma crónica para escrever mas nenhuma inspiração com que a escrever?
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