Vivemos num mundo global. Do conforto do meu sofá, posso ver filmes feitos na Austrália, ler livros escritos por um obscuro autor mongol ou ouvir música feita na profundeza dos Andes, enquanto como comida chinesa. Tudo isto seria inimaginável há quarenta anos. O mundo evolui, muda, progride, não há como o negar. É justo perguntar, será que há limites a esta globalização?
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