Fernando Faria Ribeiro lança nova obra

0
37
DR

Fernando Faria Ribeiro, conceituado historiador e escritor natural da ilha do Faial, lançou recentemente a sua mais recente obra intitulada “O Faial e a Aviação dos primórdios até à chegada da TAP em 1985”.

 Depois de obras como “No Centenário da República: recordar o faialense Manuel de Arriaga”, em colaboração com Jorge Costa Pereira, e “Em dias passados: figuras, instituições e acontecimentos da história faialense” segue-se agora o mais recente livro do escritor com o título “O Faial e a Aviação dos primórdios até à chegada da TAP em 1985”.

O livro constitui, com pequenas alterações e um anexo fotográfico, a reprodução de uma série de artigos publicados quinzenalmente neste mesmo jornal no ano de 2014.
Fernando Faria concentrou a narrativa entre a histórica viagem do aviador AlbertRead em 1919 e a primeira ligação direta Lisboa/Horta/Lisboa feita pela TAP-Air Portugal em 1985. Sempre constante do papel pioneiro da companhia aérea que efetuava ligações regulares da América com a Europa, a Pan American Airways, associou-se à efeméride que, na altura da publicação dos artigos neste jornal, se assinalava, o 75º aniversário do início destas ligações.
Com este livro, o autor, pretende associar-se a “este bom combate do Povo” em melhorar as condições de tráfego aéreo, condições estas que principalmente na ilha do Faial, têm vindo a ser alvo de severas críticas, principalmente em períodos eleitorais e após a deficiente substituição da TAP pela SATA e a inexplicável diminuição do número de ligações Lisboa/Horta/Lisboa.
Para além disso, o livro procura mostrar que a ilha do Faial e o Aeroporto da Horta são de tamanha importância estratégica no domínio da aviação e enfatizar, as justas e urgentes pretensões do Povo faialense, nomeadamente, e por demais evidente, a ampliação da pista do aeroporto, sendo esta a maior e a mais importante de todas.
Esta obra está ilustrada com imagens da história da aviação faialense cedidas e trabalhadas por José Manuel Medina Garcia e Luís Humberto Almeida Correia e está disponível para compra em “O Telégrapho”.

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO