
Gonçalo Tocha, Sophie Bárbara, Amaya Sumpsi, Diana Diegues e Jorge Monjardino marcaram presença na 23.ª edição do Festival Internacional do Filme Insular de Groix (FIFIG). Por lá partilharam os seus trabalhos e assistiram aos dos seus colegas.
Nestas linhas que se seguem contaram, em primeira mão, a sua experiência que acreditam ter sido um sucesso.
De 21 a 25 de Agosto decorreu na ilha de Groix, em França, a 23ª edição do Festival du Film Insulaire, um festival dedicado a dar voz e imagem aos territórios insulares de todo o mundo. O FIFIG, como é conhecido, é talvez o único festival do mundo com esta temática e foi crescendo solidamente ao longo destas duas décadas. Decorre numa belíssima ilha de 15km2, a 45 minutos de barco do continente francês e tem conseguido um pequeno milagre que é o de envolver a comunidade local de 2 mil habitantes na sua organização. São centenas de voluntários, jovens e mais velhos, que ajudam a preparar este evento juntamente com a equipa fixa do festival. Do continente vêm milhares de espectadores que enchem as sessões. Para além da competição internacional de documentário, o FIFIG dedica todos os anos uma mostra a uma ilha ou a um arquipélago e este ano a escolha recaiu nas ilhas portuguesas, Açores e Madeira. E é assim que decorreu a inédita mostra de cinema insular português, pondo em perspetiva filmes realizados nos arquipélagos portugueses desde 1926 até 2023. É a primeira vez que tal acontece e ainda para mais em contexto internacional! É como se pudéssemos começar a falar, a partir de agora, da história do cinema açoriano e madeirense.
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