Francisco César garante que recuperação do tempo de serviço dos professores dos Açores terá início em setembro

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“Foi com estranheza que verificamos a atitude da Representação Parlamentar do PPM, numa matéria que foi praticamente consensual em relação à agenda [do plenário de maio da ALRAA]”, reagia assim Francisco César à acusação do deputado Paulo Estêvão de que o Governo dos Açores e o Partido Socialista estariam a “vetar” o agendamento da discussão e aprovação do diploma regional que prevê a recuperação integral do tempo de serviço dos professores dos Açores.
O líder da bancada socialista explicou, esta sexta-feira, que na reunião da conferência de líderes houve entendimento de “praticamente” todos os partidos, da dificuldade da introdução de 3 diplomas de uma vez só (diplomas que versam sobre o mesmo âmbito e, que por isso, devem ser discutidos na mesma sessão plenária) na agenda ainda para mais, quando há a possibilidade de os discutir no plenário de junho ou, ainda, no plenário de julho, não afetando em nada a sua entrada em vigor no dia 1 de setembro de 2019”.
Francisco César lamentou ainda a atitude do deputado do PPM que classificou como uma tentativa de se colocar em “bicos dos pés”, após “provavelmente, ter visto na televisão as notícias do continente sobre este assunto”.
“Nós não trabalhamos assim em política, – numa perspetiva frenética de constar em todos os retratos mediático/televisivos proveitosos em termos eleitorais – preferimos a calma do compromisso e do cumprimento da palavra dada, para podermos repor os direitos dos professores num tempo devidamente negociado com as organizações sindicais, de acordo com as nossas disponibilidades orçamentais e tendo em conta aquelas que são as nossas especificidades e a autonomia regional”, afirmou o líder parlamentar socialista rejeitando assim as acusações do deputado monárquico
E rematou: “foi esse compromisso que assumimos e será este compromisso que iremos cumprir. Tudo o resto são as habituais tentativas de perseguir moinhos de vento do deputado do PPM, a qual respeitamos, mas não motiva qualquer alteração de comportamento da nossa parte”.

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