Governo aposta continuamente na biodiversidade e na recuperação de habitats

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A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo afirmou hoje, nas Flores, que o Governo dos Açores tem mantido uma “aposta contínua” na salvaguarda da biodiversidade e na recuperação de habitats, promovendo “várias medidas com o objetivo de conservar a natureza em todo o arquipélago”.

Marta Guerreiro falava, no âmbito da visita estatutária do Governo dos Açores, numa ação de plantação de flora endémica, mais precisamente de reforço das espécies ‘Myositis Azorica’ e ‘Veronica Dabney’ da Zona Central e Falésias da Costa Oeste, integrada no Parque Natural da Ilha das Flores, que contou com a participação do Secretário Regional da Agricultura e Florestas, João Ponte.

“Esta é mais uma ação de um conjunto que levamos a cabo em todas as ilhas do arquipélago que faz jus ao Programa do Governo no que diz respeito ao reforço do conhecimento da biodiversidade e da preservação do património natural”, frisou Marta Guerreiro.

Para além das ações regulares de controlo de flora invasora e de recuperação de habitats naturais, incluindo o reforço das populações naturais de flora endémica, destaca-se o facto de a Região ter neste momento em execução dois projetos LIFE – o LIFE Azores Natura e o LIFE Vidalia – que contemplam um investimento global superior a 20 milhões de euros na conservação da natureza, em todas as ilhas.

A titular da pasta do Ambiente salientou ainda a “expectativa” de ver aprovado ainda este ano um terceiro projeto LIFE, o LIFE Beetles, direcionado para a conservação de três escaravelhos endémicos, e que prevê ações de campo nas ilhas das Flores, Pico e Terceira, num investimento global de quase dois milhões de euros.

“Em conjunto, estamos a falar de um investimento sem precedentes na salvaguarda e valorização do património natural dos Açores”, sublinhou a Secretária Regional.

Na ocasião, Marta Guerreiro recordou que, através da Direção Regional do Ambiente, já estão disponíveis em todas as ilhas terrenos integrados na Rede de Áreas Protegidas destinados à realização de ações de plantação de flora endémica ou autóctone, através de protocolos com empresas que estejam interessadas em ficar responsáveis pela plantação de espécies ecologicamente adequadas, para além da manutenção e gestão da parcela que lhes é atribuída.

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