Há gente tão distraída que anda há cinquenta anos na lua e nem deu conta

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Podia ser assim o início desta crónica, se eu tivesse ido à lua há cinquenta anos com Neil Armstrong e lá tivesse ficado, sendo agora confrontado no regresso, com este mundo louco em que a desintegração da sociedade ocidental arrasta consigo princípios e valores, criando novos robôs ou zombies, novos paradigmas da sociedade, novos escravos com a designação de colaboradores, em que ressurgem fantasmas de nazismo, racismo, xenofobia, egoísmo, mentira, manipulação, a um nível que há muito julgávamos arredados. Afinal, como diz o outro, apenas estalou o verniz primitivo.

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